segunda-feira, 29 de julho de 2013

Contando às gerações vindouras

SALMO 78.1-72
O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não o encobriremos a seus ? lhos… 
(Sl 78.3,4.)
O que temos para contar aos que virão? Lutas? Batalhas? Vitórias? Erros e acertos? O que de nós, nossos? lhos levarão? Contaremos nossos fracassos e apertos, O que, de tudo isso, tirarão? Se, porém, nossa história está plantada No jardim de Deus, e regada, Pela fé na Palavra alicerçada:
Certamente os frutos que brotarem De uma vida que anda com o Senhor, De um coração que o serve com amor, Esses frutos permanecerão, pois há vida dentro deles. Ficarão eternizados em árvores que surgirão, Nos ? lhos e nos? lhos dos? lhos, Até mil da mesma geração.

Contar e cantar as maravilhas de Deus operadas No decorrer dos anos então, Ver a alegria e a glória do Pai reveladas Em nós, e nos ? lhos que ainda virão.
Temos apenas uma vida para viver. E é tão curta.Todos os anos que Deus nos concede aqui na terra são passageiros. É necessário vivê-los com sabedoria, pois os que virão depois de nós, os nossos ? lhos, estarão seguindo os nossos passos.


Viva para Deus e deixe para a geração seguinte uma linda história para inspirar muitos a seguirem o Mestre e a continuarem contando as maravilhas desse Deus que é tão real e ? 
 el.Pai, ensina-me a andar em teus caminhos, bem junto a ti, sem jamais me desviar. Quero deixar nas marcas de meu viver um modelo de comunhão contigo tão grande, que muitos venham a conhecer-te através da minha vida.

 Amém.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

NOSSA MISSÃO NESTE MUNDO

“Mar 16:14 Finalmente, apareceu Jesus aos onze, quando estavam à mesa, e censurou-lhes a incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que o tinham visto já ressuscitado.

Mar 16:15M E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.

Mar 16:16 Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.”


Depois de sua ressurreição nosso Senhor Jesus Cristo disse aos onze apóstolos (Judas já havia se suicidado) que a missão deles e daqueles que haveriam de crer através do seu testemunho era a de pregarem o evangelho em todo o mundo. 

Este verbo “pregai” do texto é vertido da palavra “kerussô” do original grego, que significa anunciar, proclamar, divulgar.

Ainda que Deus separe pessoas para este propósito, de modo especial, todavia esta é a principal missão de todos os que creem em Cristo, a saber, a de tornar o Evangelho conhecido de todas as pessoas, em todo o mundo. 

Não é para propósitos políticos, triunfalistas ou mesmo de expansão religiosa que tal ordenança nos foi dada pelo Senhor. 

É para que a sua própria justiça decorrente da sua morte em nosso lugar na cruz (para a nossa justificação e salvação) seja ofertada, e assim, possa ser aceita e recebida pela mão da fé, ou então rejeitada pela incredulidade.

Evidentemente, o Seu desejo é o de que todos fossem salvos pela recepção da Sua graça, simplesmente por meio da fé n`Ele.

Todavia, Ele sabe desde toda a eternidade que não são poucos os que o rejeitarão pelos mais variados motivos e justificativas. 

Enquanto durar a dispensação da graça, até que Ele volte, o convite do Evangelho permanecerá, dando oportunidade inclusive aos muitos que têm resistido ao convite por anos a fio.

O Senhor é fiel em cumprir a sua promessa de salvação feita a todo o que crer, mesmo para estes que o fizerem tardiamente, ainda que em idade avançada. 

Assim sucede para que se comprove que de fato não somos salvos por nosso méritos, mas por sua exclusiva graça, bondade, longanimidade e misericórdia. 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

A fé é um canal, não uma fonte


“O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra”.  (Salmos 121:2)

Precisamos aprender sobre fé. A fé é algo maravilhoso. A Bíblia diz que sem fé é impossível agradar a Deus (ver Hebreus 11:6). Ela é tão importante e vital porque é através da fé que recebemos de Deus todas as coisas boas que Ele quer nos dar. É por isso que o Senhor treina o seu povo em fé. Ele quer que você coloque seus olhos Nele e aprenda a acreditar Nele, a fim de que Ele possa fazer por você e através de sua vida o que deseja realizar na Terra. O mesmo é verdadeiro com relação à oração, ao louvor, à meditação, aos estudos bíblicos, à confissão, à guerra espiritual, e todos os outros preceitos dos quais temos ouvido e abraçado.

Com toda a nossa atividade espiritual, porém, temos de cuidar para não começarmos a adorar – seguir, confiar e depender – dessas coisas em vez de adorarmos o próprio Senhor. É possível adorarmos o nosso tempo de oração, nossos estudos bíblicos, confissões, meditação, momentos de louvor e outras boas obras. Podemos crescer em fé na nossa própria fé, em vez de na fé em nosso Deus. É quase assustador porque existe uma linha tênue entre as duas coisas. Mas o que não podemos esquecer é que por melhor que sejam todas essas coisas, elas são apenas canais para recebermos do Senhor.

By: Joyce Meyer

quinta-feira, 13 de junho de 2013

ABENÇOE ALGUÉM



“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido”. (Gálatas 6.9.)

A Palavra diz: “Portanto, cada um de nós agrade ao próximo (faça-o feliz) no que é bom para edificação (fortalecendo-o e edificando-o espiritualmente)”. 

Isso significa que devemos ocupar nossa mente pensando em diferentes formas de ajudar as pessoas.

No início do dia, planeje alguma coisa que você possa fazer para surpreender alguma pessoa ou fazer alguém feliz. Você ficará maravilhado com a rapidez que o Senhor vai lhe direcionar a fazer algo de bom para alguém. 
Alegria vem em dar em nome dele.

segunda-feira, 10 de junho de 2013

ORAÇÃO DE JABES



“Foi Jabez mais ilustre do que seus irmãos; sua mãe chamou-lhe Jabez, dizendo: Porque com dores o dei à luz. Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição! E Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido”. 1Cr 4:9-10


No versículo seguinte, a lista de chamada dos membros da tribo de Judá continua como se nada tivesse acontecido: Quelube, irmão de Suá, gerou a Meir... 

Havia alguma coisa especial neste homem que foi capaz de levar o historiador a fazer uma pausa na ladainha, limpar a garganta e mudar a forma.

Parece que ele está dizendo: “Ei, espere um pouco. Você precisa saber algumas coisas sobre este cara chamado Jabez. Ele está muito acima do resto!”.

Qual foi o segredo da reputação duradoura de Jabez? Você poderá procurar em todas as páginas da Bíblia, como eu já fiz, e não vai achar nenhuma outra informação além da que aparece nestes versículos:

• As coisas começaram mal para uma pessoa que ninguém conhecia.

• Ele fez uma oração comum, de apenas uma frase.

• Tudo acabou excepcionalmente bem para ele.

Está claro que o resultado pode ser atribuído a sua oração. Alguma coisa presente no pedido simples e direto que Jabez fez a Deus mudou sua vida e deixou uma marca permanente nos livros históricos de Israel:

“Oh! Que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição”.

À primeira vista, os quatro pedidos podem ser considerados sinceros, sensíveis, até mesmo nobres, mas jamais seriam chamados de notáveis. Abaixo da superfície, porém, está um poder enorme, um novo e poderoso paradigma que corre contrário à nossa maneira comum de pensar.

Qual foi a última vez que Deus atuou através de você de tal modo que você reconheceu tratar-se indubitavelmente de uma ação divina? 

Sendo mais específico, quando foi que você viu milagres acontecendo com regularidade em sua vida? Se você é como a maioria dos cristãos que conheço, você não sabe pedir este tipo de experiência, nem se deve fazê-lo.

Meu amigo, Deus lhe reserva uma enorme quantidade de bênçãos não pedidas, todas a sua espera. Sei que isso parece impossível – até mesmo um pouco suspeito nestes dias de tanto egocentrismo. Mas é justamente esta dinâmica – seu anseio pela plenitude que vem de Deus – que tem sido a terna vontade do Pai para sua vida desde o início dos tempos. 

Se, de sua parte, você cumprir uma série de compromissos fundamentais, então poderá caminhar, doravante, com confiança e expectativa de que nosso Pai celestial realizará todas estas coisas.

Pense assim: em vez de ficar esperando à beira do rio, pedindo um copo com água para conseguir viver cada dia, você vai fazer algo impensável:

vai pegar a pequena oração da grande recompensa e vai mergulhar no rio! A partir deste momento, você permitirá que as correntezas amorosas da graça e do poder de Deus o envolvam e carreguem para a vida que ele preparou para você, uma vida profundamente significativa e gratificante.

Bruce Wilkinson

terça-feira, 4 de junho de 2013

VENCENDO GIGANTES

Durante quarenta dias, o exército de Israel esteve alinhado diante do exército dos Filisteus, que tinham um soldado valente, chamado Golias. Por quarenta dias esse soldado afrontava Israel. Os soldados israelitas estavam com medo, porque olhavam o tamanho do gigante (1 Samuel 17). Quantas vezes nos perdemos por que nossos olhos estão fixos nas circunstâncias, olhamos para o gigante, seja da saúde, do desemprego, da solidão, do abandono, sejam quaisquer as circunstâncias que nos machucam.


Golias é uma figura de Satanás, de demônios que têm como objetivo nos afrontar. Davi era um simples pastor de ovelhas, não se tratava de um guerreiro, mas um salmista que gostava de tocar harpa e cantar hinos para Deus. Mas Davi era um homem de fé e cria no poder do Senhor dos exércitos. Davi não tinha medo, ele se ofereceu para pelejar contra o gigante. Veja o verso 33: “Porém Saul disse a Davi: Contra o filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu és ainda moço, e ele, guerreiro desde a sua mocidade.”
Sempre que você declarar sua fé no Deus que tudo pode, se levantará uma pessoa com autoridade sobre você, para desanimá-lo em vez de incentivá-lo. Saul proferiu palavras de desânimo que poderiam minar a fé de Davi, porém, respondeu Davi a Saul que já havia ferido e matado um leão e um urso e que aquele filisteu seria como um deles, porque havia afrontado o exército de Israel (1Sm 17.34-36).

Precisamos ser como Davi, ter coragem e fé para enfrentarmos os gigantes que surgem para afrontar o exército do Deus vivo. Nossa confiança precisa estar em Deus e não em nós mesmos, assim crescemos num relacionamento íntimo com Ele. Davi tinha certeza de que Deus o livraria, porque Ele já o tinha livrado em outras ocasiões. Você precisa ter experiências de vitória armazenadas na sua memória, para quando estiver passando por um momento delicado, estas lembranças aqueçam sua fé. As experiências com Deus são individuais. Não queira ter as mesmas experiências de outras pessoas, tenha a sua. Na fé há um mecanismo, Deus não chama os capacitados, Ele capacita os chamados. Não seria aquela armadura que protegeria Davi do gigante, mas o Senhor. Quando confiamos em Deus, Ele mesmo nos dá as armas para vencermos. Davi cortou a cabeça daquele gigante.

Quando o inimigo chegar tentando tomar o território de Deus na sua vida, vá na força, na fé que você tem em Jesus e faça como Davi. Aja! Não deixe que o inimigo o faça temer, vá contra ele em o Nome do Senhor, Rei dos reis, Príncipe da Paz, Leão de Judá, o Senhor dos exércitos, que Ele, o Senhor, o entregará em suas mãos.

terça-feira, 28 de maio de 2013

RESTITUI BEAT BOX

Encontramos alegria e paz ao crermos

“Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo.” (Romanos 15.13)

A alegria nunca está presente onde há descrença, mas ela é sempre encontrada onde há fé. Crer é muito mais simples do que não crer. Se não cremos em Deus, na Sua Palavra, nas Suas promessas, então nos resta o trabalho de raciocinar e tentar resolver nós mesmos as coisas.

O autor de Hebreus 4.13 observou que nós, que cremos, entramos no descanso de Deus. Em Hebreus 4.10 ele diz que “Pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras [do cansaço e da dor da labuta humana], como Deus descansou das suas”

Em Mateus 11.28 Jesus disse: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso”.
Jesus nos instrui a irmos até Ele, mas como fazemos isso? Em Hebreus 11.6 lemos que “Sem fé é impossível agradar a Deus, pois quem dele se aproxima precisa crer que ele existe e que recompensa aqueles que o buscam”.

Isso significa que quando buscamos a Deus, devemos fazê-lo em uma atitude de fé. Quando fizermos isso, teremos alegria; e onde há alegria, também há felicidade. Esta é a vontade de Deus para nós, que tenhamos e desfrutemos da vida. Jesus não morreu por você e por mim para sermos infelizes. Ele morreu para nos livrar de todo tipo de opressão e infelicidade. Sua obra já está terminada; só nos resta agora crer.  

quarta-feira, 15 de maio de 2013

PERDÃO


Você sabia que Deus estabeleceu o padrão para o perdão??


Temos facilidade em falar sobre o perdão, mas dificuldade em praticá-lo.Muitas vezes guardamos ressentimentos justificáveis, ou seja , quando de fato temos motivos para ficarmos magoados, ressentidos ...Quando o ofensor se arrepende (nem sempre isso acontece) procuramos sinais verdadeiros desse arrependimento. Quando o ofensor não se arrepende, relembramos a eles da sua necessidade de arrependimento antes de perdoá-los.Deus concedeu perdão livremente através do sangue de Jesus. Nós também devemos conceder o perdão livremente, sem exigir pagamento por ele.

Deus estabeleceu o padrão para o perdão.
É verdade.

Podemos entender isso através do que diz em Mateus 6:14-15, vejamos:"Por que se perdoades aos homens as suas ofensas, também vosso pai celeste vos perdoará; se porém não perdoades aos homens , tampouco vosso pai celeste perdoará as vossas ofensas".
Deus só pode nos perdoar a medida que estamos dispostos a perdoar os outros.Queremos que ser perdoados por Deus pela Sua misericórdia, pórém retemos as ofensas daqueles que nos tem ofendido.Essa prática não funcional no Reino Espiritual.A falta de perdão pode ter como resultado doenças físicas e mentais. Frequentimente a falta de perdão é a base para formação de fortalezas demoníacas.
Deus nos instruiu também a perdoamos os nosssos irmãos antes de orarmos.

"E quando estiverdes orando, se tendes alguma coisa contra alguém perdoai, para que o vosso pai celeste vos perdoi as vossas ofensas" Marcos 11:25

Para que possamos caminhar na fé precisamos ter atitudes corretas com outras pessoas.

Se nós ofendemos devemos iniciar o processo de perdão.
Se nós fomos ofendidos também devemos iniciar o processo de perdão.

Lembre-se : O Pedão não é um sentimento, é uma atitude.

Glória a Deus por tordas as coisas
Que Deus abençõe a todos!

por: Hipolito Cesar

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Pare de tentar e comece a confiar



(Não em nossa própria força) porque Deus é quem efetua em vós [energizando e criando em vós o poder e o desejo] tanto o querer como o realizar, segundo a sua boa vontade (satisfação e deleite).  (Filipenses 2.13)


A maioria de nós deseja a vida abençoada que Deus planejou, mas reconhecemos que áreas em nossa vida precisam ser mudadas. Muitas vezes, você se propõe a fazer essas mudanças, contudo, a despeito dos seus melhores esforços, parece sem poder para fazer com que elas aconteçam. 

Tentar fazer as mudanças acontecerem pela sua própria força e planos sempre resultarão em frustração.
Deus espera que você pare de tentar mudar e apenas comece a confiar nEle para operar as mudanças. Se você precisa mudar seus pensamentos, atitudes e comportamento, compreenda que você não pode fazer isso por si mesmo. 

Passe tempo com Deus e peça-Lhe que o ajude; afinal de contas, se Ele não puder fazê-lo, não poderá ser feito. Mas Ele pode… e quer!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Qual foi o propósito dos milagres na Bíblia?


Muitas pessoas hoje estão procurando milagres por motivos egoístas. Querem curas físicas, mas não se preocupam com a saúde espiritual. Querem prosperidade, mas não buscam as riquezas eternas. Igrejas que enfatizam milagres e negligenciam a pregação da palavra de Deus estão alimentando tais apetites. Jesus fortemente condenou atitudes iguais (João 6:26).

Por que Jesus e outros servos de Deus realizaram milagres? O movimento pentecostal, que pegou fogo desde o início do século XX, tem dado grande ênfase às experiências de manifestações do Espírito Santo de uma maneira que os ensinamentos bíblicos são freqüentemente esquecidos. Considere as afirmações bíblicas sobre o propósito dos milagres que Jesus e outros realizaram.


ì Os milagres provaram a fonte da mensagem. Quando Deus enviou Moisés ao Egito, ele lhe deu sinais milagrosos para provar que sua mensagem era realmente divina (Êxodo 4:1-17).

í Os milagres de Jesus provaram seu poder para perdoar pecados. Estude o relato de Marcos 2:1-12, observando especialmente as palavras de Jesus nos versículos 10 e 11: "Ora, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados - disse ao paralítico: Eu te mando: Levanta-te, toma o teu leito e vai para tua casa."

î O povo entendeu que os sinais introduziram uma nova doutrina. As pessoas em Cafarnaum perguntaram: "Que vem a ser isto? Uma nova doutrina! Com autoridade ele ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!" (Marcos 1:27).

ï O Espírito Santo deu poderes miraculosos aos apóstolos para confirmar a palavra que eles pregaram (Marcos 16:20). Paulo descreveu esses sinais como "as credenciais do apostolado" (2 Coríntios 12:12).

ð Alguns anos depois, o autor de Hebreus falou que a palavra dos apóstolos foi confirmada junto com o testemunho de "sinais, prodígios e vários milagres" (Hebreus 2:3-4).
A palavra foi revelada, confirmada, e entregue aos santos uma vez por todas (Judas 3). Já recebemos, nas Escrituras, tudo que precisamos para servir ao Senhor (2 Pedro 1:3-4; 2 Timóteo 3:16-17).

Algumas pessoas vão continuar pedindo sinais, como os incrédulos do primeiro século. Mas nós devemos estar contentes em pregar "Cristo crucificado" (1 Coríntios 1:22-23).

:: Dennis Allan

quarta-feira, 3 de abril de 2013

PERDIDO DENTRO DA IGREJA


O texto de Lucas 15.25-32, fala sobre o irmão do filho pródigo. Ele aponta o terrível perigo de estar na casa do pai, dentro da igreja, obedecendo leis, cumprindo deveres, sem se enveredar pelos antros do pecado, e ainda assim, estar perdido. Podemos chegar a essa conclusão pelas seguintes razões:


1. Vive dentro da igreja, mas não é livre (v. 29) – Ele não vive como filho, mas como escravo. Faz as coisas certas com a motivação errada. Sua obediência não provém do coração, mas da obrigação. Ele nunca entendeu o que é ser filho. Nunca conheceu o amor do Pai. Muitos, também, estão na igreja por uma mera obrigação. Obedecem, mas não têm alegria. Estão na casa do Pai, mas vivem como escravos.

2. Vive dentro da igreja, mas está com o coração cheio de amargura (v. 29,30) – O filho mais velho irrita-se com a misericórdia do Pai. Ele não se alegra com a restauração do seu irmão caído. Para ele quem erra não tem chance de restauração nem deve ser objeto de perdão. Na religião dele não havia agenda para o amor. Mas a Palavra de Deus diz que quem não ama a seu irmão ainda permanece nas trevas. O ódio que ele sentia pelo irmão não era menos grave que o pecado de dissolução que outro cometera fora da igreja. O ressentimento que crepitava em seu coração o isolou do Pai e do irmão. Ele se recusou a entrar em casa para celebrar a volta do irmão arrependido, antes encolheu-se, magoado, revoltado, envenenado pela mágoa destruidora.

3. Vive dentro da igreja, na presença do Pai, mas anda como solitário (v. 31) – Ele anda sem alegria. Está na casa do Pai, mas não tem comunhão com ele. Muitos também estão na igreja, mas não têm intimidade com Deus, não desfrutam da alegria da salvação, não experimentam as doces consolações do Espírito, vivem como órfãos, sozinhos, curtindo uma solidão dolorosa.

4. Vive dentro da igreja, mas não se sente dono do que é do Pai (v. 31) – Ele era rico, mas estava vivendo na miséria. Tinha toda a riqueza do Pai à sua disposição, mas vivia como escravo. Era filho, mas não banqueteava com os seus amigos. Assim, também, muitos vivem na igreja sem experimentar os banquetes do céu, servindo a Deus por obrigação, sem alegria no coração.
O mesmo Pai que saiu para abraçar o filho pródigo arrependido sai para conciliar este filho revoltado. O arrependido, com o coração quebrantado, festejou a sua restauração; o outro ficou do lado de fora, perdido, com o coração endurecido.

:: Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 1 de abril de 2013

UMA VOZ CALMA E SUAVE



“Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na Terra!” Salmos 46.10

Enquanto a maioria dos cavalos é guiada e conduzida por um cabresto preso a suas bocas, alguns cavalos mantêm um de seus ouvidos atentos à voz confiável de seu dono, para serem orientados por ele. Isso é chamado de “rédeas de ouvido”, e significa que o cavalo tem um “ouvido obediente”. Elias precisava ouvir Deus, e felizmente ele tinha um ouvido obediente sintonizado com o Senhor.
Ele acabara de derrotar quatrocentos e cinqüenta falsos profetas num duelo de poder. Agora a Rainha Jezabel ameaçava matar Elias naquele mesmo dia. Elias fugiu para defender a sua vida, escondeu-se numa caverna e orou a Deus pedindo para morrer antes que Jezabel o encontrasse. Então o Senhor enviou Sua palavra a Elias, perguntando-lhe: “O que faz aí?”. Elias relatou os eventos e as ameaças ocorridos.
Então o Senhor demonstrou mais uma vez Sua presença a Elias, dizendo-lhe para se colocar de pé na montanha diante Dele. Um vento forte soprou entre as montanhas e quebrou as pedras em pedaços, mas o Senhor não se encontrava no vento. Depois do vento, houve um terremoto terrível, mas o Senhor não estava no terremoto. E depois do terremoto, iniciou-se um fogo; mais uma vez o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo veio então uma voz “calma e suave”. E o Senhor disse a Elias para deixar seu esconderijo e ir ungir o próximo rei que reinaria sobre a Síria e Israel, e o profeta que tomaria o seu lugar (veja 1 Reis 16 e 19). E Elias obedeceu à voz calma e suave do Senhor.
A história de Elias nos ajuda a entender como ouvir Deus quando precisamos de orientação. Deus não tranqüilizou Elias através de uma manifestação de poder vistoso e exuberante, embora já tivesse  provada que era capaz de fazer isso. Deus falou com Seu profeta através de uma voz mansa e suave. E esta é uma das maneiras como o Senhor ainda fala conosco hoje em dia. E esta é uma das maneiras como o Senhor ainda fala conosco hoje em dia. Deus escolhe se comunicar diretamente com Seus filhos através de um sussurro bem profundo em seus espíritos.

segunda-feira, 25 de março de 2013

PERDOANDO-VOS UNS AOS OUTROS


O que fazer quando não se cumpre
 Mateus 18:15-17?


O capítulo 18 do Evangelho de Mateus trata de assuntos relevantes à igreja, onde ela aparece pela segunda vez em apenas duas das ocasiões em que é especificamente mencionada nos Evangelhos.

Depois de informar aos Seus discípulos que o maior no reino dos céus é aquele que se torna humilde como uma criança, o Senhor Jesus determina o procedimento que o crente deve tomar quando se sentir ofendido ou prejudicado por outro irmão.

Vejamos o que o Senhor Jesus está ensinando nesta passagem: “Ora, se teu irmão pecar contra ti, vai e repreende-o entre ti e ele só; se te ouvir, ganhaste a teu irmão. Mas, se não te ouvir, leva ainda contigo um ou dois, para que, pela boca de duas ou três testemunhas, toda palavra seja confirmada. E, se não as escutar, dize-o à igreja; e, se também não escutar a igreja, considera-o como um gentio e publicano”.

É simples, e consiste em três passos:

Procurar o irmão que o ofendeu e repreendê-lo em particular, estando presentes apenas os dois. O sigilo deste encontro é importante, pois permite que haja explicação, perdão e reconciliação se o ofensor reconhecer a sua culpa e remediá-la, evitando a divulgação com suas repercussões nefastas. O ofensor neste caso se sentirá agradecido pela atenção que lhe foi dada, e os laços de união fraternal serão fortalecidos entre os dois: o ofendido terá ganho o seu irmão.

Se, porém, este primeiro passo não surtir efeito porque o ofensor se recusa em atender ao irmão ofendido, este deverá novamente procurar o ofensor levando agora mais um ou dois irmãos para servirem de testemunhas em novo encontro. Possivelmente, com isto, o ofensor se arrependa e o assunto possa ser resolvido sem maiores problemas.

Finalmente, se o ofensor continuar empedernido, não dando ouvidos à queixa, o assunto será levado à igreja, tendo agora testemunhas da sua falta. Se mesmo assim ele se recusar a dar satisfação ele deverá ser considerado como “gentio e publicano”, ou seja, ímpio e pecador, indigno de pertencer à igreja de Deus.

A obediência a este mandamento do Senhor é vital para a saúde espiritual da igreja, e para a comunhão dos seus membros.

No entanto, esse procedimento espiritual se opõe aos instintos carnais do homem e por isso nem sempre é adotado. Na maioria das vezes é completamente olvidado, não só pelo crente que se sente ofendido, mas até pelos irmãos responsáveis pela direção da igreja onde se reúne.

O crente ofendido às vezes não toma providência nenhuma, mas guarda rancor contra o irmão que o ofendeu. A Bíblia nos ensina: “Irai-vos e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Efésios 4:26): a ira é uma emoção natural que deve ser controlada, senão pode nos levar a agir de forma irracional da qual nos arrependeremos depois. Ela nunca deve ser fomentada e alimentada de forma a se tornar em rancor - isso é cometer pecado, pois “não se ponha o sol sobre a vossa ira” (Efésios 4:26). O rancor prejudica nossa saúde física e espiritual, bem como nosso relacionamento com os irmãos.

Muitas vezes o irmão visado, o “ofensor”, não se dá conta que prejudicou ou ofendeu o outro até que seja procurado por ele. Se o ofendido não quiser procurá-lo, então que perdoe aquele seu irmão e esqueça o assunto, como o Espírito Santo recomenda, nas palavras de Paulo: “Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros e perdoando-vos uns aos outros, se algum tiver queixa contra outro; assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também” (Colossenses 3:12,13).

Se, ao contrário, o crente que se sente ofendido abre a sua boca para espalhar a outros a sua denúncia contra o ofensor, ou leva o assunto à igreja sem ter primeiro cumprido com o procedimento ordenado pelo Senhor, ele estará incidindo em maledicência (Colossenses 3:8), mesmo que tenha sido realmente injustiçado.

O que se deve fazer ao ofendido faltoso neste caso encontra-se em Gálatas 6:1: “Se alguém for surpreendido em alguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado”. Trata-se de uma falta, um tropeção: a igreja deve corrigi-lo, consertá-lo, usando de mansidão, que é fruto do Espírito Santo. Uma repreensão, uma advertência, um aconselhamento feitos com mansidão serão geralmente o suficiente. Estejamos atentos para não sermos tentados também.

Existe a maledicência contumaz, uma característica pessoal que põe em dúvida se houve um novo nascimento. Quando ela se manifesta, a Bíblia nos diz: “não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for … maldizente … com o tal nem ainda comais” (1 Coríntios 5:11), e também “haverá homens amantes de si mesmos, … caluniadores, … obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te” (2 Timóteo 3:1-5).

O que fazer neste caso está bem claro nestes versículos: “não vos associeis”, “com o tal nem ainda comais” e “afasta-te”. Isto se torna necessário a fim de que o mal não se propague na congregação, como uma “raiz de amargura” (Hebreus 12:15), resultando em murmurações e contendas dentro do povo de Deus (Filipenses 2:14). É um triste fato que freqüentemente constatamos: aprecia-se mais ouvir falar o mal do que o bem de outras pessoas, ou seja “as palavras do maldizente são como deliciosos bocados, que descem ao íntimo do ventre” (Provérbios 26:22).

Finalmente, observemos sempre o grande e principal mandamento que nos deixou o Senhor: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis” (João 13:34). Ele foi ecoado por Paulo e Pedro: “Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros” (Romanos 12:10), e “Purificando a vossa alma na obediência à verdade, para caridade fraternal, não fingida, amai-vos ardentemente uns aos outros, com um coração puro” (1 Pedro 1:22).

Obedecendo a este mandamento, estes problemas deixarão de existir, para a felicidade de todos os envolvidos.


R David Jones

sexta-feira, 15 de março de 2013

PEIXES NA REDE


MATEUS 13.47-51

O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar,recolhe peixes de toda espécie. (Mt 13.47.)

O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, traz todo o tipo de peixe que pegar. E, quando cheia se encontrar,vai arrastada para a praia, sem tardar. E ali, os pescadores assentados começam a fazer separação:Os bons vão para os cestos, os ruins para o lixo vão.

Na consumação dos tempos do Senhor,Os anjos sairão e separarão os maus dos justos:Aos justos levarão para a celestial mansão,Os ímpios irão para a condenação.Jesus contou várias parábolas acerca do reino; reino que era esperado pelo povo de Israel e tão falado pelos profetas.

Jesus nos mostrou que, enquanto estivermos aqui na terra, haverá mistura de bons e maus; justos e injustos. Você jamais encontrará uma igreja isenta de “joio” no meio do trigo, ou que tenha somente “peixes bons”. Até mesmo entre os doze discípulos de Jesus havia um traidor, Judas, que não tinha o mesmo coração que os outros. Mas o que realmente importa é estar dentro do reino, pertencer a ele, ter o nome arrolado no livro da vida e ser discípulo do Mestre.Você já é súdito desse reino maravilhoso?

Pai, que o teu reino venha em toda a majestade e cubra toda a Terra com justiça, paz e amor. Estou pronto para espalhara “boa notícia” de que há lugar nas “bodas do Cordeiro” para todo o que quiser. Amém.

sábado, 2 de março de 2013

CRENTES QUE SE DESVIAM...


Alguns crentes que se desviam do caminho de Deus e voltam para as práticas mundanas são como "tartarugas num poste", uma expressão simplória de algo ou alguém no lugar indevido e explica-se assim: "É quando você vai indo por uma estradinha e vê um poste. Lá em cima tem uma tartaruga tentando se equilibrar. 
Isso é uma tartaruga em um poste. 

- Você não entende como ela chegou lá; 
- Você não acredita que ela esteja lá; 
- Você sabe que ela não subiu lá sozinha; 
- Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá; 
- Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá; 
- Você não entende porque a levaram lá; 
- Então, tudo o que temos a fazer é ajudá-la a descer de lá, e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o seu lugar! 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

DEIXA A LÁGRIMA ROLAR





A vida é uma grande surpresa. Cada passo dado, cada minuto vivido, cada descoberta feita, trás o novo, o futuro virando presente e o hoje se transformando no ontem.

Contudo a caminhada pela longa estrada da vida nem sempre é asfaltada. Muitas vezes chuvas fortes caem, desmoronamentos sobrevêm e a tão antes tranquila, estrada da vida, se encontra esburacada, abandonada e trazendo consigo grandes dificuldades.

Lidar com dias felizes é fácil. É bom, é prazeroso. Se bem que muitos ainda desconfiam da felicidade, e, quando os dias bons chegam, não conseguem vivê-los por medo de perdê-los.

Quer um conselho? Viva-os! Sorria! Saia na chuva, ria de si mesmo! Essas experiências alegram a vida e as vezes esses momentos passam tão rápidos. Viva-os!

Viva também os momentos tristes. Na longa estrada da vida, dias de dor chegarão. Nestes dias, talvez o sorriso não brote, a chuva já não tenha tanto frescor e ao tentar olhar para si, ao invés de rir você queira chorar. Neste caso, deixe a lágrima rolar! Deixe banhar o seu rosto, deixe as gotas regarem a terra.

Deus é o maior interessado na sua felicidade e ele conhece bem a sua dor. Regue a estrada da sua vida com a água que verte dos seus olhos. Asfalte a rua com suas lágrimas e deixe aquele que intercede por você com gemidos (choro) inexprimíveis, fazer o resto!

“... nós não sabemos o orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.” Romanos 8:26

Sabemos que o choro pode durar uma noite (Sl 30) e que muitas vezes na nossa conta, essa noite parece ser longa demais. Contudo temos uma certeza, uma certeza que brinda a nossa esperança, uma certeza que o próprio Deus nos ensina a ter: FÉ

“E a fé é a certeza das coisas que eu ainda não estou vendo, mas tenho convicção de que vão acontecer.” Hb11.1

Na paz d’Aquele que deixa as nossas lágrimas rolarem e colhe cada uma delas.

Por FELIPE HEIDERICH

TODO 2º DOMINGO DO MÊS

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